A plataforma DRIVE

O lugar onde o comportamento do líder se instala.

Ela diz ao líder qual é a prioridade dele nesta semana, registra o que aconteceu de verdade, e mede de novo no fim com a mesma régua do início. O trabalho dele continua sendo com o time.

Como a plataforma impede o plano de morrer no papel, em menos de dois minutos.

Ela mede antes, entrega uma ação por semana, cobra, trabalha os casos com o Coach e mede de novo. No fim, quem confirma a mudança é o time.

As telas e os relatórios desta página são da nossa conta de demonstração.

01 · Onde ela começa

Ela começa sabendo como o seu líder pensa e como o time dele funciona.

De cara, duas medições. Um diagnóstico cognitivo de liderança, que mostra como ele pensa e como ele decide sob pressão. E uma avaliação rigorosa do time, prática por prática, que ele responde sobre as pessoas que lidera. O quarto relatório é o único que o liderado responde, sobre si mesmo. Quatro relatórios saem disso, e todos ficam com ele.

O seu diagnósticoComo ele lidera e como ele decide
O retrato do timeVinte e cinco práticas, uma a uma
Cada pessoaOnde cada um trava, e o que fazer
O relatório do lideradoRespondido por ele, e dele

Nenhum líder sai daqui com o mesmo retrato do colega ao lado.

02 · O que o retrato vira

Cada líder recebe um plano de ação feito a partir do diagnóstico dele.

O plano

Não é um plano que alguém digitou à mão.

O sistema cruza o retrato de cada líder com o banco de ações de liderança e monta um plano só dele. Cada ação vem com o pilar que ela trabalha, o esforço que pede, o impacto que tem, o tempo que leva, e o porquê científico por trás dela.

Uma ação do plano, com o pilar, o esforço, o impacto, o tempo, o porquê científico e o passo a passo.

A semana

E ela não entrega o plano inteiro de uma vez.

A tela diz o que fazer hoje e o que a semana pede, uma coisa por vez, na ordem que o diagnóstico apontou. O líder entra, vê a prioridade, e volta a trabalhar.

A tarefa de hoje: uma pergunta do pilar Recompensas, com espaço para a resposta do líder.

O que ela não pede dele

  • Passar o dia aqui dentro
  • Alimentar o sistema com informação
  • Garimpar numa biblioteca o que assistir
  • Interpretar sozinho um painel cheio de número

O que ela entrega a ele

  • A ação da semana, escolhida pelo diagnóstico dele
  • A ciência e um exemplo de como fazer
  • O registro do que ele de fato fez
  • A régua que mede o time no início e de novo no fim

Uma ação por semana, e o registro de que ela aconteceu. É isso que ela pede dele.

03 · Como o plano vira hábito

Plano no papel não muda ninguém. O que muda é o que acontece nas semanas seguintes.

Entre receber o plano e o comportamento mudar existem duas coisas, e é exatamente aí que quase todo programa de liderança para.

Educar

O conteúdo lido contra o retrato dele.

Cada líder chega na aula sabendo o que falta nele, porque o diagnóstico veio antes. O conteúdo é lido contra o retrato dele, e não contra a média da sala.

Fixar

O check-in que cobra o que ficou sem resposta.

Toda semana ela pergunta se aconteceu, e com quem. Ele marca os nomes do time em segundos. Se um ciclo fechar sem resposta, ela avisa na próxima vez.

Tela de acompanhamento: o ciclo que fechou sem resposta e o check-in do 1 a 1 com cada liderado.

04 · DRIVE Coach

Seu coach particular.

Não é uma inteligência artificial com quem você conversa, é um jeito novo de aprender a liderar. A aula ensina o conceito para a sala inteira. O Coach ensina para você, usando o seu time como exemplo.

Conversa com o DRIVE Coach sobre um liderado que adia a prospecção, terminando numa ação escrita para o plano.

Uma conversa sobre um caso do time termina numa ação escrita no plano.

Ele ensaia com você antes

Você diz a conversa que vai ter, e ele faz o papel da outra pessoa. Você erra ali, e não na frente do seu liderado.

O exemplo é o seu time

Uma inteligência artificial genérica dá um exemplo inventado. Ele cita a prática que falta no seu time e a pessoa que você avaliou.

Ele lembra de você

O histórico das conversas fica, então a próxima começa de onde a última parou. Ele não pergunta duas vezes quem você é.

Termina em ação, não em conselho

A conversa vira uma ação escrita no seu plano, com data e com o sinal do que observar.

Ele chega sabendo o seu arquétipo, a sua pontuação nos cinco mecanismos, as vinte e cinco práticas que você avaliou no seu time, o histórico de cada pessoa, e os compromissos que você tem em andamento. E trabalha seis situações de liderança, as que aparecem na semana dele:

Feedback e conversa difícilConflito no timeComunicação que muda comportamentoSegurança psicológicaDelegação e autonomiaDecisão sob pressão

Você aprende conversando sobre o seu caso, e não assistindo alguém explicar o caso dos outros.

05 · A medição que se repete

E a medição se repete, com a mesma régua, para você ver a linha subir.

A cada ciclo o líder reavalia as mesmas vinte e cinco práticas. A plataforma guarda cada medição, desenha a linha, e diz quantas práticas subiram de nível e quantas caíram desde o começo.

64para91

o índice do time, em três medições

+27

pontos no índice

15

práticas subiram de nível

0

práticas caíram

Gráfico de evolução do índice de maturidade de um time na plataforma DRIVE, saindo de 64 na primeira medição para 91 na terceira.

Três medições do mesmo time da conta de demonstração.

É isso que separa acompanhar de achar que melhorou.

06 · O painel de quem contratou

Você acompanha a evolução do time sem virar vigia.

Você vê quantos líderes estão praticando, a consistência de cada um, e quem esfriou. É o que você precisa para agir antes de o programa morrer sozinho.

E você não vê o que o líder escreve. As reflexões dele nas missões são privadas e não aparecem no painel. Sem essa garantia ele não responde a verdade, e um diagnóstico respondido pela metade não serve para nada.

Painel do gestor, com o perfil de um líder do time e o aviso de que ele esfriou.

O reconhecimento

Cinco moedas, e nenhuma se ganha com presença.

Uma moeda para cada mecanismo do DRIVE, e cinco graus dentro de cada uma. O primeiro pede noventa dias de prática sustentada. O último pede setecentos e vinte, que são dois anos. E férias não derrubam o que o líder já sustentou.

As cinco moedas do DRIVE, Trilho, Sino, Farol, Bússola e Abrigo, e a sexta, que só abre para quem domina os cinco.

Trilho, Sino, Farol, Bússola e Abrigo. E existe uma sexta, que só abre para quem domina os cinco.

Noventa dias para o primeiro, dois anos para o último

Bronze aos 90 dias, Prata aos 180, Ouro aos 270, Platina aos 450, Diamante aos 720. A conta é de dias sustentados acima do limiar, e não de dias com a plataforma aberta.

Do Ouro para cima, quem assina é o time

Os dois primeiros graus saem da cadência do próprio líder. Do Ouro em diante ele só sobe se os liderados responderem que aquilo aconteceu com eles, e a exigência cresce a cada grau.

O que ele conquistou não é tirado dele

A conquista fica. O que oscila é a pontuação do mês, que cai sozinha quando ele para, e a plataforma avisa antes: a cobertura caiu, faltam oito dias.

A moeda vale fora da plataforma

Ela mostra o que o time confirmou, e a empresa pode colocar as próprias premiações em cima do desenvolvimento dele. Não é certificado para a parede.

Não é o líder marcando que fez. É o time dizendo que sentiu.

O dado

O que o líder escreve fica com o líder.

Sobe para a empresa

Os números do perfil dele e a atividade.

Fica com o líder

O que ele escreve com as próprias palavras.

Não sai para o RH nem para o chefe. E o liderado responde por um link individual, para ele mesmo, e o conteúdo dele não vai para o líder. Na conversa com o DRIVE Coach, a plataforma diz isso na própria tela antes de você escrever a primeira linha: a conversa fica na sua conta, só você lê, e a Tünn vê quantas conversas houve e nunca o conteúdo.

Sem essa garantia ninguém responde a verdade, e aí não há o que medir.

Tünn Corporate

Quem tem acesso à plataforma leva desconto em parceiros.

Uma camada de vantagem corporativa para os líderes do programa, com parceiros que liberam desconto em produtos e serviços. As primeiras parcerias estão fechadas e outras estão a caminho.

Tela de benefícios do Tünn Corporate com o primeiro parceiro.

Quem já trouxe o time

O que ficou depois do programa.

Trouxe vários líderes da equipe e foi unanimidade. Nível de overdelivery absurdo. Entrega mais do que promete.

Luiz Brito, CEO, Escopa Peritos em Campo

Reflete no faturamento e na relação interpessoal da equipe. Mudou completamente como a gente liderava. Venho do marketing e me surpreendi.

Igor Kawabe, Diretor de Marketing

Profissionalismo, competência, responsabilidade. Querer fazer o melhor. Não vi pontos de melhoria.

Lucas Montenegro, CEO, Vivare Engenharia

O próximo passo

A plataforma é o meio. O que você contrata é a mudança.

Ela entra junto com o programa, e não se vende sozinha. Em uma conversa a gente mostra como a sua liderança é medida e por onde começaria na sua empresa.